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terça-feira, 30 de novembro de 2010

O vinho na religião

“Vino aluntur vires, sanguis calor que hominum”
(Com o vinho se alimentam as forças, o sangue e o calor dos homens)
Plínio (62-113 d.C)



No Irã (Pérsia), o mei (vinho persa) foi o tema central da poesia e literatura durante milhares de anos, até que o álcool foi proibido pela Lei Islâmica.
O uso do vinho em cerimônias religiosas é comum em várias culturas e regiões. O deus
Dionísio utilizava o vinho para induzir alterações na mente das pessoas.
O vinho é parte integral das tradições
judaicas. O kidush é uma oração sobre o vinho recitada para santificar o Shabat ou um feriado judaico. Na Páscoa judaica, é obrigação de homens e mulheres beber quatro copos de vinho. No Tabernáculo - o Santuário de Deus dos hebreus durante a peregrinação destes pelo deserto - e no Templo em Jerusalém, a libação - derramamento de vinho ou de outro licor que os Antigos faziam em honra a D'us - era parte do sacrifício.
No
Cristianismo o vinho é usado no sagrado rito da Eucaristia, quando Jesus compartilhou o pão e o vinho entre os discípulos (Lucas 22:19).
Crenças sobre a natureza da Eucaristia variam entre as denominações cristãs. Católicos Romanos, por exemplo, acreditam no milagre da
transubstanciação, ou seja, na transformação do pão e do vinho na carne e sangue de Jesus. Evangélicos acreditam na consubstanciação, ou seja, o pão e o vinho já são o corpo e o sangue de Jesus.

Fonte: Wikipédia