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domingo, 19 de dezembro de 2010

Hoje é Domingo Dia de Churrasqueira Funcionar: la raclette!


Funcionar sim, mas sem o bom e tradicionalissímo churrasco gauchesco . Só por hoje não ! Dia de cada um ser seu próprio cozinheiro ...



Falo do queijo raclette, que serve com muitos acompanhamentos, até mesmo para acompanhar o próprio churrasco . Mas vou ao tradicionalismo com batatas ao modo suiço e regado a um bom vinho branco. Uma outra tradição existente é conciliar refeição à clima!Dizer que é a cara do inverno: queijos derretidos! É nada , pelo menos nós gaúchos levamos nosso custume seja por cultura ou tradição para onde for em qual clima quer que faça!
Aqui hoje, nem frio esta e foi só preciso vontade aliado a criatividade!Derretemos o queijo no prato já com as cebolinhas, o pepino, a batata cozida descascada e o picles, todos aguardando cada fatia de queijo superquente e derretido com bom Sauvignon Blanc!

Sobre ''O raclette''. ''A raclette'' . As duas grafias estão corretas. O significado, porém, é diferente. O raclette é um queijo. A raclette é um prato originalmente suíço, uma combinação de diversos ingredientes com queijo derretido, o já mencionado raclette.
Esse queijo peculiar tem consistência relativamente firme, mas é ao mesmo tempo macio e cremoso.

Aqui, no Brasil, é mais comum encontrarmos a marca suíça Emmi, mas há outras.
No Empório Santa Maria, em São Paulo, o queijo para raclette suíço da marca custa 120 reais o quilo. O francês President, 135 reais o quilo. O raclette nacional, da Serra das Antas, mais em conta, sai por 65,89 o quilo.

Ao que se refere ao vinho , para surpreender até que poderia ser o ''Aigle Les Murailles'' da região de Chablais, perto de Montreaux, rsrs... Mas como é difícil encontrar vinhos suíços no Brasil, as gurias e eu recorremos ao sauvignon blanc de Bordeaux ''Cordier'' E... Zum Wohl! (O brinde suíço-alemão) .


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Pequena história: a primeira referência histórica da receita, vem de um médico sédunois (habitante Sion, capital Valais) que, em 1574, anunciava a receita como pobre em qualidades nutritivas. . A palavra “raspador” foi inventada em 1909 quando da exposição no canton du Valais. Existiu, no canton uma época, que falava-se de queijo rôtir. A palavra “raspador” foi inventada em 1909 quando da exposição canton du Valais. Existe, no cantão, maravilhosos costumes inclusive a de abençoar os queijos por um padre (Valais é uma região muito católica e de muitos tropeiros).Numa comunidade do alto du Valais (parte de língua falada é alemã do cantão), cada ano, burgueses traziam queijos raclette e vinho dos quais distribuiam uma parte a todos os habitantes..É evidente que para comer realmente uma verdadeira raclette, é necessário ser efetivamente queijo valaisan da Suiça.


Viva o Vinho!