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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tecnologia e Interatividade:propaganda contemporânea!


QUEM DISSE SER FÁCIL?
Fazer dinheiro com as operações de propaganda na internet tem sido uma tarefa difícil para as agências publicidade também!
O montante aplicado na internet na divulgação de mensagens publicitárias se limita a 5% do bolo publicitário. A segmentação do meio – que dispersa audiência com seus inúmeros sites, blogs e agregadores – é o maior problema. Afasta empresas que querem falar com milhões de forma rápida. A internet se mostra campo atraente para os pequenos anunciantes, sem bala na agulha para pagar anúncios em televisão. O Google cresceu vendendo links patrocinados. Estratégia que o badalado Facebook repete. Mais de 60% da receita da rede social – estimada pelo eMarketer em US$ 1,87 bilhão no ano passado – vieram de empresas de pequeno porte.

Já em nosso país, Brasil, proliferam agências online, especializadas em desenvolver ações para a internet. Hoje, boa parte delas virou um departamento do modelo tradicional de agência. Com uma banda larga restrita para a internet, o País tem um serviço lento e caro, o que faz com que as mídias tradicionais continuem reinando, mesmo que o avanço da era digital seja inevitável a médio prazo.

Exemplos de laboratórios:
O objeto de transformar ideias em negócios gera um laboratório dos publicitários da Fisher+Fala,que lança seu labortório de tecnologia: Na prática, é uma rede social que pretende se transformar em uma plataforma em que os participantes possam depositar ideias criativas.
Tudo é feito online:
Não faz muito tempo, surgiram no mercado modelos de sites que agregam profissionais de criação, seja para a produção de filmes publicitários, seja para buscar soluções de design para empresas. As peças escolhidas para serem utilizadas em uma campanha comercial ganham o contrato do anunciante após seleção dos trabalhos e o site que organiza a participação dos colaboradores recebe uma comissão.

Pedro Porto, coordenador de convergência da Fischer+Fala!, defende que o espírito do que está apresentando agora é bem diferente: “Ao contrário desses sites colaborativos, nós estamos investindo num espaço aberto de exposição de ideias, como se fôssemos marchand de uma produção artística sem fins lucrativos. Pode ser que um cliente veja a proposta exposta ali e queira usá-la, mas não é essa a finalidade”, diz ele.


O UploadFF tem canal exclusivo no YouTube, onde serão exibidos vídeos das ideias mais inovadoras, e um perfil no Twitter (@uploadFF). Há ainda uma página no Facebook, onde os participantes poderão conhecer projetos já desenvolvidos como referência. Um deles é o The Slow Down App, um aplicativo de iPhone que desacelera a música quando o motorista ultrapassa o limite de velocidade.

Na Santa Clara, como explica o sócio-diretor de planejamento Ulisses Zamboni, a opção por movimentar negócios na internet envolve parceria com a gravadora Som Livre. Nomeado de ‘Movimento Escute’, a campanha que lança o serviço quer convencer os consumidores a pagarem para baixar arquivos de música.