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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

``Dalí`` - Restaurante.





Essa foto é da cozinha do Dalí em Brasilia 
( fui conferir a cozinha, como é de praxe!)




        Depois da Vinum Brasilis, super feira, sem dúvida eu fiquei surpresa, encantada com o tipo de público, e parcerias.


       O segundo dia de Vinum Brasilis terminou com Eugênio, Guilherme, Rogerio Dardeau, Didú Russo, José Luiz Pagliari, Silvestre Tavares Gonçalves, Pedro Hermeto, Luís Henrique Zanini, Paul Medder, Alain Ingles, Matheus Tomaz Machado, Orestes de Andrade Jr., Sonia Denicol no Dalí, uma noite quase tão surreal quanto o pr´prio Dalí, Salvador de tão legal quanto as histórias do Dídu que repercutem até hoje! Dalí, é um restaurante que estava sendo reinaugurado naquela noite, e talvez por isso a escolha tenha se dado por ele. 



      Fomos de Quinta da Figueira, churchill, Villa Bari e Duchman. Hahaha... Churchill! Isso com o nome do estadista inglês, cito uma frase dele próprio que me identifico, de longe:
 `` Estou sempre disposto a aprender, mas nem sempre gosto que me ensinem.`` - Winston Churchil 


Mas antes abrimos os trabalhos com  Perini!






Perini!





Quinta da Figueira - O cardápio


Segue o cardápio do Dalí para aquela noite, com couvert : uma beringela deliciosa, com torradas, além do patê de pato, bem cremoso.



 
Duchman - 

100% Viognier, da Familia Duchman, Driftwood, Texas.
Equilibrado, sim, mas o pouco que me recordo dele agora é de ser bastante aromático, a princípio.
 ``Après le rouge... Le blanc`` - Isso porque assim que cheguei misturei os canais... estava no tinto, e depois voltei no branco, enfim, essa é a verdade!


Quinta da figueira, LOTE III! Sim esse vinho tem esse detalhe que caracteriza o lote anterior, cada lote preserva uma parcela do anterior numa proporção que varia conforme a safra.
O vinho Reserva Perpétua Lote III é um corte composto por 40% do Lote II acrescido de 30% de Merlot e 30% de Cabernet Sauvignon, ambos da safra 2012.

Vinho de autor: 400 garrafas! Da região catarinense  mais fria que eu conheço, São Joaquim (neva sempre), tem uma complexidade aromática formidável, lembro até agorinha dele...





Tigelinha de Bacalhau `espiritual` e põe espiritual nisso!






       Para acompanhar, Churchill um cabernet franc, com bastante madeira! E, Villa Bari feito com uvas passerizadas, estilo Amarone, mais presença de frutas, ameixa, uva passa, fruta seca!
Sem madeira.






Arroz de Pato


  Para terminar, mais doce possível um vinho com minha idade, vinho de sobremesa do sud da França!


  Da mesma area de Banyuls, outro doce da região ( Sul da França), esse é das uvas
Macabeu, Grenache Blanc, Muscat e vem de um area propriamente dita `doce`.
  Predominante.
O departamento de Pyrenees-Orientales, é a maior denominação de vinho doce na França. E este ainda envelhecido por mais de 30 anos! Delícia.












Foto Por Guilherme Mair. 





Viva o Vinho!