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sábado, 14 de junho de 2014

A Peverella tem história, é curiosa e inspira....



Ah, fim de semana laranja! Vinho laranja é um estilo de vinho que não se esquece. E para exercitar os meus amigos do meio artistico levei antes na taça um peixe Betta laranja, que acabará ganhando nome...
Minhas brincadeiras sempre avançam o ritmo, não ficou por aí e todo mundo? adorou o vinho laranja, no caso do brasuca Peverella

Podíamos brincar por aqui , colocando dentro de cada taça o que detona a versatilidade da Peverella, como seu traço de pimenta, assim como o nome quer dizer, pois assim descobrimos com riqueza, o que cada um sentiu, e falo dos amigos iniciantes...

Vinho produzido com mínimo de intervenção e tempo de maceração com a casca além da uva, sem aditivos, sem filtragem e por isso a melhor expressão desse estilo de vinho. Ao paladar pode trazer paixão ou ódio, não ouvi ainda um `amo Peverella`, só extremos,rs.

Já meu pai me recordou a primeira vez que `provei` a Peverella! Sim, foi quando moramos em Santa Maria, cidade vizinha de Vale Vêneto, e por volta de 1990 fomos com os amigos poloneses dos meus avôs visitar uns parentes italianos e almoçamos em sua cantina... O dialeto era de vêneto, além do polônes e o português, isso me marcou na época. E o vinho mal poderia lembrar só tinha 10 anos...

Bem eu não sabia, mais porque descobri o artigo que através de pesquisa e estudo na area em que escrevo meu artigo (TCC) que tudo começou com a iniciativa do enólogo Álvaro Escher e logo mais  em parceria com Zanini, hoje estimulam a produçao já que em Bento Gonçalves  restam poucos vinhedos, de 60 até mais de 70 anos. É daí que nasceu a produção de garagem, assim como uma fênix renasce a Peverella, mesmo que em pequena produção...

Há muito mais o que se dizer sobre a Peverella, mas é sempre interessante descobrir por si e de preferência na taça!

Touché!