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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Valor Econômico: Uma matéria que norteia as parcelas de Montrachet




    Interessantissima matéria do Valor econômico dessa Quinta -feira, com o colaborador Jorge lucki.

    Não posso publica-la inteira para não desrespeitar os direitos de transmissão mas para ler na íntegra basta fazer um cadastro gratuito, temporário, se já não for assinante.

     Matéria muito rica e para mim bastante surpreendente. Cheia de informações precisas e corretas. Falou dos Grand Crus brancos, contou quem são os donos, quem vende/compra uva/mosto fermentado e para quem, comparou Montrachet  com o Chevalier e Batard... Aborda temas que nunca li e ouvi antes se comentar por aqui. Portanto vale a leitura.



Um trecho que vale ressaltar falando sobre o ``premox``:



``Os vinhos foram divididos em sete "flights", reunindo, cada um, anos recentes e distantes de modo a equilibrar as séries. Esse critério permite, entre outros aspectos, analisar com mais proximidade (numa mesma bateria) como o vinho evoluiu ao longo do tempo. Vale destacar que, no todo, o único vinho com sinais evidentes de decadência foi o 1964, ressalvando que nível mais baixo do líquido na garrafa, comparativamente com o 1966, indica que o problema é inerente àquela garrafa, certamente devido a uma má vedação da rolha. Digno de nota, também, é o fato de nenhum vinho ter manifestado oxidação precoce, fenômeno conhecido como "premox", que incidiu em muitos brancos da Borgonha da década de 1990 - deveu-se a uma convergência de fatores: tendência a colheitas mais tardias, ensejando vinhos com menos acidez; uso de doses cada vez menores de anidrido sulfuroso; excesso de "bâtonnage"; e má qualidade das rolhas de cortiça.``



http://www.valor.com.br/cultura/3574692/parceria-bem-sucedida-em-montrachet



Touché!