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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Paladar, uma evolução constante.



       Como tudo em nossa volta que quanto mais praticamos, mais experimentamos, cada vez mais então evoluimos, melhoramos, com o vinho não seria diferente. Assim, como passamos 90% da nossa vida envolvidos com alimento e os outros 10% vivendo, rs... um pouco de exagero meu para descontrair... Acredito que nada melhor que sermos tão atentos e reforçarmos mais essa cumplicidade não só com o que comemos e assim com o que bebemos.





Sempre estaremos aptos a escolher o vinho para nossas refeições dependendo dos aromas predominantes das uvas de forma independente se entendermos nosso paladar cada vez mais.

Sob o ponto de vista do vinho, ao passo que em boca, temos diferentes sensações em um mundo de sabores via a zona de nossa língua.

Olfato retronasal: quando o vinho atinge a parte de trás do palato, ou simplesmente mantem na boca, desprendendo aromas que circulam pelo ``tubo`` que liga a boca ao nariz ( tubo nasofaríngea)  e assim nos parece que o ``cheiro`` vem pela boca.

Gosto: podemos apreciar os sabores do vinho, e destinguir entre doce, salagado, amargo e ácido. As reações químicas na sensibilidade da mucosa, como a adstrigências e agulha.

Adstringência: os taninos produzem a precipitação da mucina (sustancia que atua como lubrificante da saliva) e por outro tanto produz uma sensação de secura.
``Agulha``, é a sensação produzidapor dióxido de carbono em vinhos e produz uma língua coceira agradável.
Sensações táteis, como suavidade, fluidez, consistência, etc ...
E, claro, temperatura.
Após beber o primeiro gole de vinho que analisamos, temos que considerar várias etapas:

Ataque: os primeiros 2-3 segundos do vinho na boca, começa-se a apreciar o sabor doce.

Evolução: a partir de 4 "a 12", mais ou menos,perde-se força no doce e começar a dar forma aos ácidos (principalmente) e amargo.

Impressão final: os ácidos diminuem e o amargor e o que predomina.
Pós- gosto: cuando quando já engoliu (ou cuspiu) são as sensações de vinho que nos deixa na boca.

Na foto pode-se ver as áreas da lingua com que os sabores são capturados, bem como, por exemplo, você vai perceber que o gosto amargo é capturado com o lado da língua, e o doce com a ponta .

Essa é a melhor dica para ajudar a entender a evolução do vinho e na captura de seus sabores para melhor apreciação.

A recomendação final, é que antes que se coloque o vinho na boca de modo que possa aprender mais com cada vinho é cheira-lo ate uma 3vezes, com essa analise olfativa podera com a evlolução em boca, tentar associar esses sentimentos a que cada variedade compõe nos seus aspectos de fermentação e envelhecimento, ou em outro qualquer aspecto que detectar.

Feliz degustação sempre.

Touché!